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Agressor de Bolsonaro terá escolta e cela isolada em Campo Grande

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CAMPO GRANDE (MS) E BRASÍLIA – A Polícia Federal (PF) de Campo Grande montou uma operação para o transporte de Adélio Bispo de Oliveira , de 40 anos, preso por esfaquear o candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). Sete viaturas devem fazer a escolta de Adélio entre o aeroporto e o presídio federal da capital do Mato Grosso do Sul para garantir sua integridade física. Nos primeiros 20 dias, ficará isolado na triagem por segurança, segundo os policiais.

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O agressor será submetido à avaliação médica e psiquiátrica. Ele terá banho de sol restrito, sem contato com outros presos e sem receber visitas. Passado esse período, a situação não deve mudar muito. O homem que atingiu Bolsonaro com uma faca deverá ficar em uma ala do presídio destinada a delatores e presos com risco de serem atacados por outros detentos.

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Adélio deixou Juiz de Fora por volta das 7h50 e deve chegar na penitenciária de segurança máximo pouco depois das 12h.

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Na penitenciária de Campo Grande, as celas, de sete metros quadrados, são vigiadas 24 horas por câmeras. O espaço destinado a Adélio possui uma cama, um banco, uma escrivaninha, prateleiras, vaso sanitário, uma pia e um chuveiro. Segundo agentes de segurança que trabalham no estado, o presídio federal de Campo Grande foi escolhido para receber Adélio porque tinha vagas e condições que atendiam às necessidades impostas pela Justiça.

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Inaugurada em 2006, a unidade possui capacidade para 208 presos. Pelo local, já passaram traficantes famosos do Rio de Janeiro, como Nem, da Rocinha, e Fernandinho Beira-Mar. Atualmente, o presídio abriga líderes da facção criminosa paulista, Primeiro Comando da Capital (PCC). Também estão presos no local cinco acusados de planejar um ato terrorista durante a Olimpíada de 2016.

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Por dar uma facada em Bolsonaro, durante evento da campanha em Juiz de Fora na última quinta-feira, Adélio foi indiciado pela PF pelo crime de “atentado pessoal por inconformismo político”, com base no artigo 20 da Lei de Segurança Nacional. A acusação pode render uma pena de três a dez anos de prisão.

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