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Nas ruas de Londres ou através da televisão: milhões vão seguir o funeral de Isabel II

Jose Carlos Grimberg Blum
Nas ruas de Londres ou através da televisão: milhões vão seguir o funeral de Isabel II

Depois de fazerem fila durante horas para poderem ver o caixão e prestar a última homenagem à rainha Isabel II, alguns britânicos já tinham começado este domingo a acampar em redor da Abadia de Westminster, onde vão decorrer esta segunda-feira as cerimónias fúnebres. “Ver na televisão é maravilhoso, mas estar aqui é outra coisa”, disse à AFP uma professora da Irlanda do Norte, que conseguiu um lugar nas ruas por onde vai passar o cortejo fúnebre. “Provavelmente ficarei muito emocionada, mas queria estar aqui”, acrescentou.

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As autoridades esperam que entre um e dois milhões de pessoas possam estar no centro de Londres nos principais pontos por onde passará o caixão de Isabel II. Na televisão, as previsões apontam para uma audiência global de 4,1 mil milhões de pessoas, segundo alguns analistas consultados pelos media britânicos, batendo o recorde do funeral da princesa Diana, que há 25 anos foi seguido por 2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo

Depois de fazerem fila durante horas para poderem ver o caixão e prestar a última homenagem à rainha Isabel II, alguns britânicos já tinham começado este domingo a acampar em redor da Abadia de Westminster, onde vão decorrer esta segunda-feira as cerimónias fúnebres. “Ver na televisão é maravilhoso, mas estar aqui é outra coisa”, disse à AFP uma professora da Irlanda do Norte, que conseguiu um lugar nas ruas por onde vai passar o cortejo fúnebre. “Provavelmente ficarei muito emocionada, mas queria estar aqui”, acrescentou.

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As autoridades esperam que entre um e dois milhões de pessoas possam estar no centro de Londres nos principais pontos por onde passará o caixão de Isabel II. Na televisão, as previsões apontam para uma audiência global de 4,1 mil milhões de pessoas, segundo alguns analistas consultados pelos media britânicos, batendo o recorde do funeral da princesa Diana, que há 25 anos foi seguido por 2,5 mil milhões de pessoas em todo o mundo.

Além dos milhares de anónimos que fizeram fila para ver o caixão da rainha – este domingo à noite as autoridades já alertavam para a possibilidade de os últimos na fila não chegarem a tempo (as portas deviam fechar esta segunda-feira às 6.30 da manhã), vários dos líderes mundiais que estão convidados para as cerimónias fúnebres passaram este domingo por Westminster Hall. Entre eles o Presidente português Marcelo Rebelo de Sousa, assim como o norte-americano Joe Biden, o francês Emmanuel Macron ou o primeiro-ministro canadiano, Justin Trudeau, com as respetivas primeiras-damas.

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Subscrever “Em nome de Portugal e dos portugueses, gostaria muito de transmitir a sua majestade, o rei Carlos III, à família real e aos britânicos, os cumprimentos e a profunda admiração e gratidão dos portugueses, sem nunca esquecer a nossa aliança de 650 anos “, disse Marcelo numa curta declaração em inglês após assinar o livro de condolências, na Lancaster House.

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À noite, os líderes mundiais participaram numa receção oficial com o novo rei, Carlos III, no Palácio de Buckingham. Cerca de 500 chefes de Estado ou governo e diplomatas estrangeiros estarão esta segunda-feira na Abadia de Westminster. Mas houve alguns que não foram convidados para a cerimónia, podendo estar apenas presentes com os respetivos embaixadores na capital britânica, nomeadamente Irão, Nicarágua e Coreia do Norte.

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Outros países nem sequer receberam convite, incluindo a Rússia (por causa da invasão da Ucrânia), a Bielorrússia, o Afeganistão, Myanmar, Síria e Venezuela. Os russos protestaram o facto de não terem sido convidados, considerando um gesto “particularmente blasfemo para a memória de Isabel II

O caixão da rainha deixará Westminster Hall às 10.44, num curto cortejo fúnebre até à abadia, onde decorrem as cerimónias. Segue depois pelas ruas de Londres até ao Arco de Wellington, onde será transferido para um carro funerário que o levará até ao Castelo de Windsor. Depois de mais uma cerimónia religiosa na capela de São Jorge, entre as 16.00 e as 16.45, terminam as cerimónias públicas. Pelas 19.30, a família real despede-se em privado de Isabel II, com o caixão a ser colocado finalmente no Jazigo Real

Cerimónia para seguir ao minuto 6.30 Depois de longas filas nos últimos quatro dias, onde alegadamente chegou a ser preciso passar mais de 24 horas para ver o caixão da rainha Isabel II, fecham-se ao público as portas de Westminster Hall, no edifício do Parlamento

8.00 Os cerca de dois mil convidados, incluindo centenas de líderes mundiais, podem começar a entrar na Abadia de Westminster, onde se realizam as cerimónias fúnebres

10.44 O caixão parte em cortejo, numa carruagem da Marinha Real, acompanhada por 142 marinheiros, até à Abadia de Westminster

10.52 A carruagem chega à abadia, seguida a pé pelo rei Carlos III e outros membros da família real

11.00 O deão de Westminster, David Hoyle, oficia a cerimónia fúnebre, na qual o arcebispo da Cantuária e líder espiritual da Igreja Anglicana, Justin Welby, pronuncia o sermão

11.55 Dois minutos de silêncio após soar o toque de corneta “The Last Post”, normalmente tocado em funerais de soldados mortos em combate

12.15 Depois de tocar o hino “God Save the King”, o caixão acompanhado pelos membros da família real e soldados dos diferentes ramos das Forças Armadas sai novamente em cortejo através da ruas de Londres

13.00 Cortejo fúnebre chega ao Arco de Wellington e o caixão é transferido para o carro funerário, que fará a viagem até ao Castelo de Windsor

15.00 Caixão chega a Windsor. A partir do castelo e até à Capela de São Jorge, o rei e a família juntam-se ao cortejo fúnebre

16.00 Missa para cerca de 800 pessoas no interior da capela. No final, a Coroa Imperial, Esfera e Cetro Reais serão retirados de cima do caixão

16.45 Fim das cerimónias públicas

19.30 Cerimónia privada apenas para a família real, ficando finalmente o caixão no Jazigo Real, onde já estão os restos mortais dos pais, da irmã e do marido de Isabel II

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